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Escrito por Mário às 21:12:07
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Escrito por Mário às 15:51:34
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A partir deste mês com ajuda da CYRELA estaremos mostrando aguns empreendimentos.



Escrito por Mário às 14:28:16
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sacma convida

hoje apartir dàs 10h bazar de pascoa

Escrito por Mário às 14:58:47
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Olá aqui quem fala é o dono do blog enfim nosso blog ficou um tempo sem notícias e hoje eu declaro desculpas aos nossos leitores que esperravam notícias mas é porque não houve fatos interresantes.

Escrito por Mário às 16:44:04
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JÁ PASSAMOS DE 3.000

MUITO OBRIGADO!!!!



Escrito por Mário às 21:30:59
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Escrito por Mário às 18:45:34
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Escrito por Mário às 18:37:03
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Escrito por Mário às 12:35:42
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Escrito por Mário às 12:30:14
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Entre no seu email:
  
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SENHA 


Escrito por Mário às 12:26:26
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ShoppingBOL

Escrito por Mário às 12:25:29
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Escrito por Mário às 12:25:02
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Escrito por Mário às 12:24:38
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Escrito por mário às 10:21:01
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Eleição 2004

Serra (PSDB) 55% dos votos validos.

Marta (PT) 45% dos votos validos.



Escrito por mário às 20:36:15
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escute musicas

01. Não Olhe Pra Trás - Capital Inicial
02. Let's Get Started - Black Eyed Peas
03. Things Will Go My Way - The Calling
04. Equalize - Pitty
05. Mais Uma Vez - Jota Quest
06. This Love - Maroon 5
07. Tarde Vazia - Ira!
08. My Happy Ending - Avril Lavigne
09. Everybody's Fool - Evanescence
10. Provas De Amor - Titãs

 

 

 



Escrito por mário às 15:13:07
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Escrito por mário às 15:08:25
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Escrito por mário às 15:07:05
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APRENDA A VOTAR


Outras opções
para seu voto
Além de votar nos candidatos para a Câmara dos Vereadores e para a Prefeitura de sua cidade os eleitores também podem anular o voto ou votar em branco.

O voto nulo se dá quando o eleitor digita na urna eletrônica um número que não seja correspondente a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. O voto nulo é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação.

Já o voto em branco se dá quando o eleitor manifesta sua vontade de não votar em nenhum candidato ou partido político apertando a tecla BRANCO na urna eletrônica. O voto em branco, assim como o voto nulo, é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja, não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação. Antes da Lei 9.504/97, o voto em branco era considerado válido, desde então não é mais.

APRENDA A VOTAR

No dia 3 de outubro, 119.821.569 eleitores vão escolher os prefeitos e vereadores que vão governar 5.563 municípios. Se você tem alguma dúvida sobre como deve votar para escolher seus representantes ou apenas quer relembrar use, a seguir, o simulador de urna eletrônica.

Como usar a urna eletrônica

No dia da votação você pode levar uma “cola” com os números dos seus candidatos (vereador e prefeito). O primeiro voto será para vereador. Para votar em vereador, você deve digitar o número do seu candidato, com cinco algarismos. Em seguida, aperte o botão CONFIRMAR. Se você preferir votar apenas na legenda de um partido político, digite somente os dois primeiros números e aperte o botão CONFIRMAR. Em seguida, será o voto para prefeito. Digite e número do seu candidato, com dois algarismos e, novamente, aperte CONFIRMAR.

Se no seu município for realizado o segundo turno da eleição, no dia 30 de outubro você vai votar novamente somente para prefeito. Aperte o número de seu candidato, com dois algarismos. Em seguida, aperte o botão CONFIRMAR.

Clique aqui para abrir o simulador de urna eletrônica.



Escrito por mário às 14:49:04
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crie seu e-mail aqui do zipmail você terá um e-mail assim: seunomeeasinisiaisdoseusobrenome@zipmail.com.br

 é só clicar aqui



Escrito por mário às 13:03:52
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Escrito por mário às 21:46:12
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 entre no bate-papo           http://batepapo.uol.com.br/home.html?nodeid=9433

Escrito por mário às 20:15:50
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GALINHA CHOCA
A erosão acabou revelando conjuntos
de rochas com formas pitorescas, muitas
lembrando animais, como a Pedra
da Galinha Choca.

O VALE DOS BICHOS DE PEDRA
Em Quixadá, no sertão do ceará, a natureza esculpiu rochas gigantes e coloriu o céu com homens voadores

por: Márcia Bizzoto, de Quixadá
fotos: Daniel Carvalho

A imensidão vazia do sertão cearense é interrompida por uma pedra gigantesca que parece brotar ao lado da estrada. Logo adiante, outra, e mais outra. Parece que uma chuva de meteoros cuspiu rochas sobre a terra. É o sinal de que está perto a entrada para Quixadá, cidade cearense de quase 70 mil habitantes. O conjunto formado por aqueles rochedos, conhecidos como monólitos, não dá apenas nome à cidade - quixadá, na língua tupi-guarani, significa "pedra de ponta curvada" -, mas tornou-se sua própria identidade e um meio de vida para a população. Afinal, em torno dessas formações, gira o turismo, atualmente o maior motor da economia local. A beleza singular das rochas às vezes se disfarça em inusitados formatos de animais. Do alto de um morro, uma imensa baleia observa a paisagem. Perto dali, uma foca gigante e, ao lado, uma enorme galinha de pedra. Espalhadas por um terreno inconstante, onde o verde predomina no inverno e apenas cactos e juazeiros sobrevivem ao verão, elas formam vales mutantes e escondem trilhas levando a cavernas e a paredões de até 90 metros que convidam para escalada e rapel.

 

O AÇUDE DO IMPERADOR
A cidade pacata se movimenta nos fins
de semana ao redor do açude
natural formado ainda nos tempos
do imperador Dom Pedro II.

A 5 quilômetros do centro de Quixadá, a Pedra da Galinha Choca é a mais famosa. Entre os nativos da cidade, corre a lenda de que seria a mãe de todas as demais rochas da re-gião e de que nem sempre esteve no mesmo lugar. É preciso caminhar 2,5 quilômetros para chegar até a base do paredão, e a paisagem que se vê lá de cima desperta as mais férteis imaginações. Há quem diga que já viu extraterrestres no imenso vale salpicado pelos monólitos. "Este lugar tem uma beleza tão mágica que inspira até história de duendes", brinca Adão Masera, militar aposentado que escolheu a cidade como lar. Dono de uma agência de turismo, hoje ele passa os dias guiando visitantes pelo sertão quixadense. Nesse cenário místico, as rochas também são responsáveis por garantir parte da água consumida na cidade, represada em dias de chuva. Dispostas em meia-lua, as pedras formam um açude natural, cuja única parede é uma barragem centenária, construída a mando de Dom Pedro II e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Projetado em 1877, após uma grande seca que assolou a região, o Açude do Cedro levou 22 anos para ser concluído e grande parte do empreendimento foi realizado por mão-de-obra escrava. O reservatório dá origem a uma rede de canais de irrigação, a primeira construída no Ceará. Durante duas décadas, a obra foi motivo para a abertura de estradas e trouxe algum progresso para aquele pedaço do sertão. Hoje, o Cedro, com suas paredes imponentes contrastando com o sapê das casinhas que o rodeiam, é uma
 



Escrito por mário às 16:12:06
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Feira de flores em Holambra (SP) espera 300 mil pessoas



Divulgação
Visitantes tentam pegar pétalas
jogadas durante a Expoflora
da Redação

A Expoflora, a maior exposição de flores e plantas da América Latina, espera um público de 300 mil pessoas na 23ª edição do evento, que acontecerá de 26 de agosto a 26 de setembro em Holambra (a 125 km de São Paulo).

Sob o tema "Flores, Povos e Países", a feira terá a exposição de flores dividida em 13 cenários distintos em um espaço de 7.000 metros quadrados, homenageando índios, portugueses, espanhóis, holandeses, franceses, negros, italianos e japoneses. A idéia é mostrar, com plantas e flores, como algumas das etnias contribuíram para a formação do povo brasileiro.

Além de festejar a chegada da Primavera, a feira incentiva o consumo de plantas e flores por meio de diversas manifestações culturais, entre elas arte, dança, música e culinária, entre outras.

No Garden Center, o supermercado de flores e plantas do recinto montado em uma área de 3.300 metros quadrados, o público poderá conhecer flores e plantas e adquiri-las. A expectativa é que sejam vendidas 490 mil unidades neste ano, quando a Expoflora terá maior duração, de cinco semanas --a feira funcionará também no feriado de 7 de Setembro.

A Expoflora é montada num espaço permanente de 250 mil metros quadrados, dos quais 80 mil metros quadrados são destinados ao estacionamento, que tem capacidade para 5.000 veículos e 500 ônibus por dia.

A feira tem duas praças de alimentação com 16 lanchonetes e cinco restaurantes, onde são servidos desde fast-food a comidas nacionais e a gastronomia típica holandesa.

Além da exposição de flores, outras atrações são oferecidas durante a feira. Nos palcos espalhados pelo recinto, haverá a apresentação de danças típicas e mais de 40 artistas que farão performances e músicos formando street bands passeiam pelo recinto em meio aos visitantes.

Diariamente, às 16h30, acontecerá a Parada das Flores, com carros alegóricos que homegearão Portugal, Itália e Japão, ornamentados com variedades de plantas e flores que representem os países.

No final do desfile, sempre às 17h, o público que estiver no recinto será saudado por uma chuva de pétalas, com mais de 150 quilos de pétalas, que correspondem a 1.500 dúzias ou 18.000 rosas lançadas. No total, serão 3,3 toneladas de pétalas lançadas durante a feira.

Os visitantes também podem fazer um passeio turístico supervisionado pela Expoflora e conhecer Holambra, recebendo informações sobre a história da formação da cidade e da imigração holandesa no Brasil, além de visitar uma fazenda de produção de crisântemos.

23ª Edição da Expoflora
Quando:
de 26 de agosto a 26 de setembro (de quinta-feira a domingo, inclusive nos dias 6 e 7 de setembro, das 9h às 19h)
Onde: rodovia Campinas-Mogi Mirim, km 141, em Holambra (SP)
Quanto: R$ 16,00 (crianças até 10 anos acompanhadas por um responsável não pagam)
Informações: 0/xx/19/3802.1421 ou pelo e-mail expoflora@expoflora.com.br
Na internet: www.expoflora.com.br



Escrito por mário às 07:55:58
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Metrópole mutante, espalhada e cinematográfica de 8,5 milhões de habitantes, que recém-redesenhou seu perfil urbano com obras como o Walt Disney Concert Hall do polêmico arquiteto Frank O. Gehry, Los Angeles rejuvenesceu.

Silvio Cioffi/Folha Imagem

Encarapitado sobre a mais alta colina à beira-mar do Estado, em San Simeon, o castelo erguido por William Hearst, magnata da imprensa, dono de 26 jornais nos EUA e da United Artist, foi montado com pedaços de antigas construções européias nos anos 1920


Castigada em 1992 por "riots", revoltas que opuseram negros e brancos, a cidade refez, desde então, a arquitetura da área central ("downtown") e, também, dos bairros litorâneos em torno de Santa Monica, onde fica o calçadão Third Street, também chamado de Promenade.

De quebra, Los Angeles inaugurou museus como o Centro Getty, em 1997, repaginou o bairro Japan Town e mudou a face de Hollywood, hoje servido por metrô e dotado de um megateatro, o Kodak Theatre, que desde 2002 é sede da entrega do Oscar.

A vencedora é ...

Fundada por jesuítas na costa centro-sul da Califórnia com o nome de Nuestra Señora la Reina de Los Angeles de Porciúncula, a metrópole --conhecida pela iniciais LA-- vê passar anualmente em seu aeroporto internacional, identificado pela sigla LAX, 55 milhões de passageiros (20% deles viajantes internacionais).

Rivaliza com San Francisco (cujo apelido, Frisco, seus habitantes detestam), segunda maior metrópole californiana, situada ao norte, dentro de uma baía.

Entre ambas, as estradas 1, uma "Rio-Santos", mais estreita e litorânea, e a 101, mais larga e retilínea, integram o Estado, passando por cidades que também tiveram origem em missões religiosas, como Santa Barbara, San Simeon e San Luis Obispo.

Praias onde surfistas e focas disputam as ondas, vales férteis como o de Santa Ynez, tão famoso por seus vinhedos como por ter sido escolhido por Michael Jackson e Ronald Reagan, que ali construíram suas mansões, complementam essa que é uma das regiões mais ricas e cênicas do território norte-americano.

Los Angeles, na verdade um aglomerado de municipalidades como Santa Monica e Venice Beach, Beverly Hills e Hollywood, encerra o maior centro urbanizado do país.

Assim, depois de alguns dias em LA, é de lei alugar um carro e percorrer as estradas que integram a Califórnia, dona da quinta maior economia do mundo, pelo litoral.

"On The Road"

Descoberto em 1542 pelo espanhol Juan Rodriguez Cabrillo, o Estado que o cartógrafo holandês Joannes Jansson julgou ser uma ilha, em 1638, foi objeto de disputa entre os EUA e o México, em 1846, e, uma vez conquistado pelas tropas do general Zachary Taylor, testemunhou, em 1848, a descoberta do ouro e o maior movimento migratório da história.

Quando o automóvel se popularizou, nas primeiras décadas do século 20, a Califórnia viu surgir as primeiras estradas litorâneas.

O castelo do magnata da imprensa William Randolph Hearst e a cidade de San Luis Obispo testemunharam esse movimento de "fordecos", mas foi o lançamento do livro "On The Road", do autor "beat" Jack Kerouac, em 1957, narrando uma viagem entre a Califórnia e o México, que definitivamente associou a imagem do Estado ao automóvel.

Pouco antes, em 1955, o ator James Dean, então com 24 anos, encontrou a morte ao bater seu Porsche Spider numa curva na estrada entre Los Angeles e Salinas. Ainda em 1955, em Anaheim, cidade a 35 km na direção sul de LA, o cartunista Walt Disney inaugurou o primeiro de seus grandes parques de diversões.

Assim, em LA, onde as "freeways" (auto-estradas) são tão onipresentes quando complicadas, estima-se que rodem 6 milhões de carros --quase um por habitante. É difícil explorar a metrópole sem um carro e, em face do preço dos táxis, dá até para dizer que os aluguéis têm preços módicos.

Outra curiosidade com relação aos automóveis e a LA é que, dizem, circulam em Beverly Hills metade das Ferraris do mundo.

Wilshire Boulevard

Entre as diversas avenidas largas de LA, Wilshire Boulevard talvez seja a mais emblemática, tendo início em Santa Monica, junto à praia, e cortando a metrópole até o bairro chique de Beverly Hills. Ali, nesse local esnobe que concentra lojas de grife como Gucci, Prada, Fendi, Cartier e Chanel, além de hotéis como o Regent Beverly Wilshire, onde foi filmado "Uma Linda Mulher" (1992), fica Rodeo Drive, a rua de comércio que a novelista Judith Krantz chamou, com algum exagero, de "a mais faiscante mostra de luxo do mundo ocidental".

Mas as ligações de Beverly Hills com o automóvel e com o cinema também não param por aí: freqüentado desde a década de 30 por artistas de Hollywood, o bairro foi edificado no local onde, na época, ficava o Beverly Auto Speedway, pista onde, aos domingos, eram realizadas ruidosas corridas de calhambeques.

Silvio Cioffi viajou a convite da Travel Industry Association of America (TIA), do grupo Hyatt e da Delta Airlines.

 




Escrito por mário às 20:14:36
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Gravações de Cabocla mobilizam Visconde de Mauá

Cerca de 300 figurantes recrutados na região e 200 profissionais da TV Globo mobilizaram a cidade de Visconde de Mauá no mês de abril, durante as gravações de cenas externas de "Cabocla", novela da TV Globo que estreou nesta segunda, 10 de maio. A área urbana das vilas de Mauá, Maringá e Maromba têm, juntas, cerca de 2 mil moradores. Durante os dez dias de gravações crianças e adultos deixaram de lado seus trabalhos escolares e afazeres em troca da possibilidade de aparecer na TV ao lado de astros como Tony Ramos e Patrícia Pillar. Entre os moradores que tiveram seus "segundos de fama", o ex-vereador Fernando Quirino, o motorista Carlão e a estudante Jandira apareceram no primeiro capítulo da trama. De acordo com os próprios figurantes, cada um recebeu R$ 45 por dia de filmagem. Pessoas que não participaram diretamente das gravações também tiverem sua rotina alterada, fornecendo serviços de alimentação e hospedagem, ou se adaptando aos horários determinados pelas filmagens: durante o dia, as ruas e o comércio se esvaziaram, em contraste com a agitação das madrugadas, quando os figurantes eram transportados para os sets. Cenas internas foram produzidas em estúdio, no Rio de Janeiro, e o trem em que os personagens chegam à "Vila da Mata" foi filmado na região de Campinas - SP. Leia mais sobre as gravações em Visconde de Mauá Comente no Grupo de Discussão Veja fotos de divulgação Rosangela Moreno rosangela@guiamaua.com.br Redação GuiaMauá 10.05.2004

Escrito por mário às 11:00:47
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Flórida: Broadway faz uma visita a Busch Gardens

Busch Gardens, Tampa, oito horas da noite. Smokings e vestidos brilhantes abandonam as limusines e pisam o tapete vermelho para presenciar o espetáculo "Katonga - Musical Tales from the Jungle" (lendas musicais da selva), a nova atração do parque temático criado em 1959, um dos destinos diletos do turismo de massa nos EUA. A reportagem da Folha, devidamente engravatada, acompanhou a pré-estréia do "show", primeira incursão do gênero, em tais proporções, do sempre expansivo padrão Broadway de qualidade por aquelas paragens da Flórida. Aberto desde o dia 8 de abril ao público, o musical de 35 minutos de duração e elenco formado por 18 artistas se filia ao tema básico do parque onde é exibido, a África e a sua natureza. No enredo, há um quarteto de personagens que almejam ser "griots", contadores de histórias. No palco, eles desfiam as suas sagas, entre elas, a de uma lagarta que se transforma em borboleta. As narrativas são todas entremeadas por passagens que reúnem saltos acrobáticos e atores fantasiados de insetos, macacos, sapos. Entre os responsáveis pela empreitada está o designer de fantoches e bonecos Michael Curry, que trabalhou nas produções de "O Rei Leão" e "O Beijo da Mulher Aranha", além do iluminador Don Holder, vencedor do Tony, espécie de Oscar teatral dos EUA. São realizadas quatro sessões diárias "gratuitas" da peça, ou seja, incluídas no preço do ingresso. Cada apresentação comporta até 1.200 espectadores. A primeira delas revelou uma faceta interessante do fenômeno Broadway na Terra do Sol: sem ser propriamente "Hamlet", "Katonga" representa o teatro dentro do teatro. Ou melhor, o entretenimento dentro do entretenimento. Tudo num parque temático transpira a encenação, da aparência cenográfica dos prédios às atitudes dos funcionários e dos animadores das atrações. Os próprios freqüentadores parecem transformar-se em personagens e, ávidos, percorrem as atrações como se elas fossem performances. A première de "Katonga - Musical Tales from the Jungle" exacerbou a teatralidade latente: a platéia gritava e batia palmas em cena aberta a cada acrobacia ou firula vocal. Na porta do teatro Moroccan Palace, antes do início da apresentação, turistas "comuns" olhavam para os convidados, separados pelo cordão de isolamento, e deles batiam fotos, tentando descobrir quem eram as celebridades, a exemplo de uma certa telenovela brasileira. A excitação dos que assistiram à peça tinha fundamento: em termos de espetaculosidade, o musical lança mão de efeitos especiais e mudanças de cenários requintados. O Busch Gardens não revela o valor do investimento, mas não é difícil deduzir que milhões de dólares, entre a produção, a divulgação e a manutenção da engrenagem, foram ali empregados. E, se sobra espetáculo, falta um pouco de trama, que poderia ser mais encorpada. Poderia haver mais texto e menos pretexto para a exibição de ações mirabolantes. De qualquer forma, ainda que alguns prefiram a síntese e a sugestão ao desenfreado fluxo de efeitos, o pano desce, as pessoas se põem de pé e com fúria aplaudem o que viram. A felicidade e a fantasia triunfam mais uma vez. Pedro Ivo Dubra viajou a convite da Busch Entertainment Corporation. Compras Joias.com.br Jóias Finas. Confira nossos Lançamentos! Decorsul móveis Camas a partir de 4x R$287,00. Babylon Tradutor Aqui você paga menos Apenas R$ 138,00 Star Computer Computadores em promoção. Farmácia em Casa Naturetti com 16 capsulas só R$16,95 Marisa Compre agora e pague só em julho. Videokê Continuamos c/ descontos de até 35% Extra.com.br Dvd Portátil Philips 6x 76,50 sem juros Manager Online 7 dias gratuitos! Cadastre seu currículo. Empregos.com.br 10 dias grátis + 80.000 vagas. Aproveite! Cursos on line Englishtown Teste GRÁTIS seu curso de inglês on line Deutsche Welle Aprenda alemão em lições especiais para brasileiros -------------------------------------------------------------------------------- Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.

Escrito por mário às 10:57:58
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Praias que encantam qualquer turista

» Praias que encantam qualquer turista São 30 quilômetros de asfalto perfeito ligando João Pessoa às praias do município do Conde. Só com um bugue é possível entrar em trechos de praia selvagens e chegar a mirantes de tirar o fôlego O caminho reserva inúmeras praias, uma mais bela que a outra, sempre cercadas de falésias, coqueiros e piscinas naturais com água verde e quentinha. A primeira parada é na Barra de Gramame, com um rio que desemboca no mar, ótimo para nadar. Prosseguindo, vem Jacumã. Pare para observar a Pedra Furada, uma grande rocha vulcânica atravessada por um túnel de dois metros de diâmetro, que lembra sua irmã mais famosa em Jericoacoara. Seguindo viagem, Tabatinga e Carapibus são cheias de pousadas, bares e restaurantes. Se estiver com fome aproveite para almoçar em Carapibus. Uma sugestão é o Terraço Tropical, comandado pelo jornalista e chef Emílio Carlos Macedo, recém-chegado de São Paulo. Seus pratos vêm da fusão da cozinha mediterrânea com a paraibana. De volta à estrada, um pouco mais adiante fica a bela Praia do Coqueirinho, cheia de barraquinhas e perfeita para quem quiser passar o dia boiando em piscinas naturais ou à sombra de um coqueiral. De Coqueirinho é possível seguir até Tambaba - são quatro quilômetros, passando por areias semidesertas. Para ir além dessa praia, o acesso volta a ser precário. E é bom estar de bugue para subir as falésias e descer até Barra do Garaú, Praia Bela e Abiaí, praticamente intocadas Muita gente chega à Paraíba curiosa para visitar Tambaba sua famosa praia de naturismo. Ficar do jeitinho que veio ao mundo é a lei número um de lá. Não adianta tentar. O extenso código de ética está afixado num quadro em letras garrafais, e é levado a sério pelos seguranças contratados pela Sociedade Naturista de Tambaba (Sonata). Esta lá! Regra número 1: entrou, tirou. Outras normas: é proibido sexo, abordagens indiscretas, fotos ou filmagem. Curiosamente, os seguranças usam sunga. E também os garçons do único bar da praia, por uma questão de higiene. Quem espera chegar a Tambaba e ver o paraíso da libertinagem ou dar uma de voyeur vai se decepcionar. O ambiente é mais família. "O grande barato do naturismo é deixar as máscaras sociais de lado e se harmonizar com a natureza. Nus, somos o que somos", diz Marcos Barros, empresário carioca que mudou-se para João Pessoa e freqüenta Tambaba com a família. Ela nasce e renasce ao sabor da maré. Durante a lua cheia e a nova, quando a variação da maré é intensa, João Pessoa ganha sua praia mais inusitada: Areia Vermelha. Situada a dois quilômetros da costa, ou dez minutos de barco, trata-se de um banco de areia no meio do mar. E tem horário marcado para começar e terminar. A cena é surreal. Poucos minutos antes de a maré baixar, uma dezena de barcos-trailer encalha no banco de areia e se transforma em bares servindo toda sorte de petiscos e bebidas. Logo depois, as águas dão lugar a areias e cadeiras e guarda-sóis tomam conta da paisagem recém-formada. Então, chega uma legião de turistas. Ao redor, a água do mar, protegida pelos arrecifes, forma piscinas naturais de águas quentes. A alegria dura até a maré voltar a subir e as águas cobrirem tudo. Nessa hora, todos se vão e o mar volta a reinar absoluto. Para chegar lá no horário certo é preciso estar atento à tábua de marés. Barcos levam e trazem, saindo da Praia de Camboinha. Clique aqui e confira fotos inéditas da cidade destaques Agradecimentos | Nossa Equipe | Entre em Contato | Anuncie Aqui | Seja Nosso Parceiro © Copyright - Guiacampina.com.br & Guiajoaopessoa.com.br & Guiajampa.com.br

Escrito por mário às 10:46:38
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Sul do RJ: Ouro negro reergue o sul fluminense

MARIO HUGO MONKEN enviado especial da Folha de S.Paulo ao sul fluminense Vinte e quatro antigas fazendas produtoras de café da região do Médio Paraíba (sul fluminense) e que produziram parte da riqueza do país durante o século 19 estão abertas para visitação ou hospedagem aos fãs do turismo rural. E, segundo Nilson Ferreira, carnavalesco da escola de samba carioca Acadêmicos de Santa Cruz, essas fazendas podem virar samba-enredo da agremiação em 2005, caso haja patrocinadores. Felipe Varanda/Folha Imagem Interior da sede da fazenda União, com mobiliário da época Algumas dessas propriedades, como a fazenda Paraízo, em Rio das Flores (a 170 km do Rio), conservam, intactas, as mesmas características do período cafeeiro. Construída de 1845 a 53, serviu de cenário para a gravação da minissérie "Um Só Coração", da TV Globo, encerrada recentemente. Uma de suas principais relíquias é o maquinário no qual o café era moído. O equipamento foi comprado nos EUA e foi o primeiro do tipo a ser usado no país. A Paraízo conserva as senzalas e o prédio onde funcionava o hospital dos escravos. A fazenda mantém ainda os móveis usados pelos proprietários originais, a família de Domingos Custódio Guimarães, o visconde do Rio Preto. O mobiliário foi importado da França. O fogão à lenha original também foi preservado. A casa tem dois andares divididos em quatro alas (comercial, social, íntima e de serviço). Na parede de um dos salões, está pintada a obra "Baía de Guanabara 1800", do espanhol José de Villaronga. Outro ponto conservado é o aqueduto, por onde saía a água usada na produção do café. Ele se assemelha aos arcos da Lapa, no Rio. A Paraízo, que foi a primeira fazenda a ter iluminação a gás no país, abrigou o imperador dom Pedro 2º e a princesa Isabel. Fazenda União Perto dali, a fazenda União também conserva alguns traços do período cafeeiro, embora tenha perdido muito de sua originalidade por ter passado pela mão de vários proprietários. A fazenda, que também pertencia ao visconde do Rio Preto, está aberta para hóspedes. Quem chega é recepcionado por mulheres vestidas como sinhazinhas e mucamas, personagens da época. À noite, é servido o chamado "jantar dos barões", no qual são servidos pastel de angu e mandioca frita. Segundo o atual proprietário da fazenda, o arquiteto João Reis, em breve a antiga estrutura das senzalas, que permanecem intactas, será transformada em quartos para abrigar hóspedes. Museu dos escravos A fazenda Ponte Alta, no município de Barra do Piraí, a 119 km do Rio, abriga o museu dos Escravos, aberto para hóspedes e visitantes. O acervo fica exposto no lugar onde um dia funcionaram as senzalas. O museu possui de obras de Jean-Baptiste Debret (1768-1848) que retratam o trabalho escravo a instrumentos de tortura utilizados pelos senhores de engenho. O visitante também descobre, percorrendo o museu, que cada escravo tinha direito a apenas duas peças de roupa durante o ano (uma na época das festas juninas e outra no Natal). A principal atração da Ponte Alta são os saraus, que apresentam danças típicas e pequenas dramatizações do século 19. As refeições são servidas em baixelas de prata, como no período cafeeiro. Toda a fazenda é mostrada por um homem vestido como um barão de café da época. Construída no início do século 19, a Ponte Alta pertencia ao barão de Mambucaba, um dos maiores produtores de café da região. Já no século 20, a propriedade chegou a hospedar o presidente Getúlio Vargas durante o seu segundo mandato. A fazenda Galo Vermelho, em Vassouras (a 116 km do Rio), oferece todos os sábados o chá imperial, no qual revive os encontros entre os grandes barões do café. A cidade também tem como atrativo a história contada pela fazenda Secretário. Os jardins da propriedade possuem estátuas em ferro fundido da famosa fundição Barbezat & Co., localizada no vale d'Osne (França), típicas da época do café. O local também serviu de cenário para minisséries da TV Globo, como "Os Maias" e "O Quinto dos Infernos". Na página www.valedocafe.com.br há informações sobre outras fazendas na região que estão abertas para visitação. Mario Hugo Monken viajou a convite do Sebrae/RJ. Leia mais Ex-fazendas primam por seus quartos espaçosos Ciclo de outono reúne cachaça e chorinho Parceria divulga Vale do Café na Europa Santos Dumont é fruto desse solo Cachaça vira nova fonte de riqueza local Orgia culinária no Vale do Café começa na manhã Serestas evocam turistas a Conservatória Estatuto de museu de Valença proíbe bebida alcoólica Especial Veja galeria de fotos do sul fluminense Compras Joias.com.br Jóias Finas. Confira nossos Lançamentos! Hotel ***** Pacote dos Namorados R$2.160, Completo Ecurso Cursos oficiais e certificação Microsoft Futuro A informática do futuro em suas mãos. Flores Online Flores, cookies, bolos, bombons e bebidas Loterias On-line Mega Acumulada, R$ 10 milhões. Aposte já Videokê Continuamos c/ descontos de até 35% Saraiva.com.br Frete Grátis na compra de 3 ou mais Dvds Manager Online 7 dias gratuitos! Cadastre seu currículo. Empregos.com.br 10 dias grátis + 80.000 vagas.Aproveite! Cursos on line Englishtown Teste GRÁTIS seu curso de inglês on line Deutsche Welle Aprenda alemão em lições especiais para brasileiros -------------------------------------------------------------------------------- Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.

Escrito por mário às 10:43:26
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Historico

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Escrito por mário às 12:00:43
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Paisagem endurecida da Patagônia convida ao torpor VINCENZO SCARPELLINI do enviado especial da Folha de S.Paulo à Patagônia Em alguns locais é possível perceber que, se a Terra é circular, sem início nem fim, ao menos o mundo, como construção dos homens, delimita suas margens. São lugares em que a natureza se endurece até a hostilidade: mais que um objeto de contemplação, torna-se um poder universal oposto à independência humana e, por isso mesmo, um severo desafio. Vincenzo Scarpellini/Folha Imagem Sobreposição de mar, geleiras e céu cria uma gama de tonalidades patagônicas únicas James Cook, o mais famoso navegador inglês do século 18, escreveu em seus diários que, se não fosse pelo prazer que naturalmente o homem prova ao ser o primeiro descobridor de algum lugar, mesmo para se deparar com nada mais que areia e aridez, esse tipo de missão seria insuportável. Na época em que Cook passou pelo triângulo austral, ainda havia muito para explorar, e a região já tinha sido cenário de prodigiosas aventuras e território cobiçado pelas cortes européias. Hoje, a bordo de um navio moderno imerso em sua auréola tecnológica, cruzar o estreito de Magalhães --uma "passagem secreta" ligando os oceanos Atlântico e Pacífico-- parece uma façanha agradavelmente óbvia. O difícil é não pensar nos riscos e obstáculos que os antigos navegantes precisaram vencer durante o percurso. Fernão de Magalhães foi o primeiro e o maior navegante de todos que chegaram até aqui. Na primavera do 1520, descobriu a passagem e a batizou "estreito de Todos os Santos". Para a terra a norte do estreito inventou o nome "Patagônia", para aquela ao sul, "Terra do Fogo". Com o tempo, o estreito recebeu seu nome e toda a região foi dita "magalânica". A expedição durou três anos, partiu de Sevilha, seguiu pelo Atlântico, saiu no Pacífico (outro nome dado por Magalhães), passou pelas Índias e voltou para a Espanha: foi a primeira vez que o homem circunavegava o mundo. A maior das cinco embarcações de Magalhães pesava 160 toneladas, isto é, 16 vezes menos que o Mare Australis, navio com bandeira chilena que hoje leva seus passageiros por essas latitudes até o cabo Horn, a ponta de terra mais próxima à Antártida. Ele faz cruzeiros de Punta Arenas a Ushuaia e vice-versa, avançando pelo estreito de Magalhães, a partir de setembro e rotas que iniciam e acabam em Ushuaia, passando pelo cabo Horn, estas ainda com saídas neste fim de temporada. Na luz transparente e sutil, desfilam colinas arredondadas, picos pontiagudos e glaciais azuis. Trata-se de uma paisagem essencial, que não tolera os caprichos, os equívocos ou as inquietudes dos trópicos. Transmite uma paz que dá até um pouco de medo. Medo de deslizar, languidamente, num torpor definitivo. Mas isso acontece apenas dentro do navio: para mudar de idéia, basta ir para a área aberta e experimentar o frio e o vento que, a 90 km/h, ainda é chamado, aqui, de brisa marinha. Levando em conta a profundidade da água, que varia de 1.000 m a 4.000 m, e observando a infinidade de enseadas, baías, fiordes, bancos de areias e falsas passagens, surpreende que Magalhães tenha conseguido atravessar o estreito em apenas 33 dias. Nos séculos seguintes, muitos navios naufragaram tentando passar ali. O próprio Magalhães perdeu uma embarcação de sua expedição, a Santo Antonio. Mas a perda foi por deserção: o capitão encarregado de explorar o braço de um canal fugiu para a Espanha. Vincenzo Scarpellini viajou a convite da Nascimento Turismo, da LAN (LanChile), do hotel Park Plaza e da Cruceros Australis Vincenzo Scarpellini/Folha Online

Escrito por mário às 11:11:41
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Dedicatoria

essa dedicatoria vai para a coordenadora silvia da escola colegio emilie de villeneuve visete o site www.colegioemiliedevilleneuve.com.br

Escrito por mário às 10:57:07
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